Não sabendo, persisto .
Não sei. Talvez porque persisto numa simplicidade complexa. Talvez porque não queira meras filosofias que se encontram na internet. Talvez porque me tente adequar às situações. Às pessoas. Talvez porque apesar disso me mantenho sempre genuinamente “eu”. Talvez porque isso faça “comichão”. Ou porque cause sufocos. Não sei. Sou sincera, não faço a mínima ideia. O “nunca mais” mata por dentro. O “para sempre” alimenta-nos de uma forma incomparável. Mas pior que um “não” é um “talvez quase”. O agridoce. Aquilo que poderia ter sido um muito que se vive “para sempre” mas ao invés de se tornar um “nunca mais” (que nos mataria por dentro mas nos deixaria seguir, seguros que era algo definitivamente acabado), traduz-se num “talvez quase” que jamais se concretizou ou concretiza. É abstracto. Nunca sabemos onde começa e onde acaba. Num “para sempre” temos noção de quando começa e sabemos (teoricamente) que não acaba (normalmente terminando num “nunca mais”). Um “nunca mais” mostra-nos uma definit...