Como é que é possível que ao fim de tanto tempo, ainda tenhas tal ascendente sobre mim…mudaste-me de uma forma q nunca julguei possível. Cresci ao teu lado, no bom… e também no mau.

Tornei-me a Joana que conheceu o amor, q o viveu contigo, q sorriu contigo, q amou contigo, que foi feliz por ti e contigo… e que depois sofreu por ti, que chorou (e chora) por ti, a Joana q de certa forma morreu contigo, que esfriou por tua causa e, a Joana que já não se acha capaz de dar a nenhum outro (talvez dramático, mas em grande parte encontro verdade nisto).

Que fazer quando se perde o que tanto se amou, e não parece haver outro que preencha o vazio?


Chorar? Escrever textos em q s coloca o coração? Palavras desprovidas de sentido? Actos despojados de sentimento?



Para quê tanto esforço se na essência do problema tudo se mantêm igual? E mais!, que fazer para alterar essa dúvida quando nada parece ter nexo?... Sabendo que já muito foi tentado e tanto tempo já passou…








A constatação que nada é como dantes e q há coisas q não voltam… é angustiante.


Mata aos poucos, abafando toda a esperança.

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