Palavras
A vida tem um não sei quê de peculiar graça.
A maior ironia q hoje existe baseia-se num tão simples facto. Estamos rodeados de gente, e no entanto estamos tão mais sós do q alguém encerrado numa caverna.
Sinto necessidade de escrever, por vezes. Para desabafar quando ninguém parece querer ouvir, ou quando há coisas q sinto não querer contar a ninguém. As palavras são um abrigo, tal cm não existe outro. Bem… talvez haja o amor… mas desse prefiro não falar.
As palavras servem de refúgio à solidão… sim, aquele sentimento de impotência, de ver aqueles importantes a afastarem-se e ainda assim, mm constatando isso, não poder fazer absolutamente nada...
É o q sinto. Aquela frustração, aquela tristeza… todos bem e eu não tão melhor como julgava.
A vida tem um não sei quê de piada… tão rodeados estamos que deixamos de nos ouvir, tão cheios d nós mesmos, tão cheios de sentimentos de eternidade e grandeza. Hipocrisia.
E o tempo passa e aquele sentimento desvanece. Os amigos afastam-se e aquela multidão q nos rodeia muda. Tentamos manter as amizades e não dá em nada… e porquê?
Simplesmente porque há pessoas que mudaram demais. Mas não desistimos de tentar manter os amigos unidos. Fazemos tudo para q tudo s mantenha igual… as tardes nos cafés, as saídas a noite, as combinações para manter viva aquelas q pensámos serem as amizades d uma vida. Tudo em vão. Ora porque não podem, ora porque já têm combinações com os novos amigos.
Tudo em vão. (Ainda estou para entender se algo vale realmente a pena a luta.)
E é nas palavras q me refugio, porque são aquilo q mais certo tenho. Para ser sincera, parecem-me mesmo ser a única segurança que tenho, e com q posso contar em todos os momentos.
A maior ironia q hoje existe baseia-se num tão simples facto. Estamos rodeados de gente, e no entanto estamos tão mais sós do q alguém encerrado numa caverna.
Sinto necessidade de escrever, por vezes. Para desabafar quando ninguém parece querer ouvir, ou quando há coisas q sinto não querer contar a ninguém. As palavras são um abrigo, tal cm não existe outro. Bem… talvez haja o amor… mas desse prefiro não falar.
As palavras servem de refúgio à solidão… sim, aquele sentimento de impotência, de ver aqueles importantes a afastarem-se e ainda assim, mm constatando isso, não poder fazer absolutamente nada...
É o q sinto. Aquela frustração, aquela tristeza… todos bem e eu não tão melhor como julgava.
A vida tem um não sei quê de piada… tão rodeados estamos que deixamos de nos ouvir, tão cheios d nós mesmos, tão cheios de sentimentos de eternidade e grandeza. Hipocrisia.
E o tempo passa e aquele sentimento desvanece. Os amigos afastam-se e aquela multidão q nos rodeia muda. Tentamos manter as amizades e não dá em nada… e porquê?
Simplesmente porque há pessoas que mudaram demais. Mas não desistimos de tentar manter os amigos unidos. Fazemos tudo para q tudo s mantenha igual… as tardes nos cafés, as saídas a noite, as combinações para manter viva aquelas q pensámos serem as amizades d uma vida. Tudo em vão. Ora porque não podem, ora porque já têm combinações com os novos amigos.
Tudo em vão. (Ainda estou para entender se algo vale realmente a pena a luta.)
E é nas palavras q me refugio, porque são aquilo q mais certo tenho. Para ser sincera, parecem-me mesmo ser a única segurança que tenho, e com q posso contar em todos os momentos.
Porque quando tudo o resto parece falhar, elas continuam lá.
Inquebráveis. Inesquecíveis. Imperturbáveis.
Tal como deviam ser os amigos…e talvez também o amor… mas desse prefiro não falar.
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