Se lutar por algo cansa, experimenta lutar em vão…
Não há melhor sensação que lutar por alguém que também luta por nós. Não há pior sentimento que lutar por alguém, “who doesn’t seem to give a fuck”.
É óptimo quando nos sentimos especiais, quando nos fazem sentir bem. É péssimo quando nos desprezam, quando simplesmente não se importam.
É tão bom gostar de alguém e ser correspondido. Mas gostar em vão? Convenhamos que é uma perda de tempo. Contudo não deixamos de gostar por isso.
Acerca dessa questão tenho uma teoria. O ser humano é (de forma inata) masoquista.
Gostamos das pessoas, damo-nos a elas, corre mal, sofremos. Depois voltamos a gostar, tentamos de novo, damo-nos a elas para que o sentimento se torne recíproco. Não corre bem, sofremos.
Como diz o bom senso popular, “a m**** é sempre a mesma, as moscas é que variam”.

Apesar de todo o masoquismo da tentativa, não aprendemos nem um pouco com o erro e continuamos a (auto)infligir-nos com esta espécie de dor.
Escrevemos textos imbuídos de teorias de revolta, força, independência (ou autonomia) face a esse sentimento (supostamente) morto. Enchemos cadernos com palavras de tristeza. Escrevemos e cantamos músicas que nos fazem relembrar a dor e a desilusão.

E para quê? Se não serve para aprendermos, então (a meu ver) não serve para nada!

E voltamos a fazê-lo… uma, duas, três vezes… crendo intimamente que um dia seremos felizes para sempre.

Mas para quê??? Se não aprendemos uma, duas, três vezes, voltamos sempre aos mesmos erros, às mesmas dores, às mesmas lágrimas, aos mesmos pensamentos, ao mesmo sofrimento.

Sejamos auto-suficientes.
Sejamos inteligentes.
Tenhamos bom senso.

Lutar em vão? Lute o masoquista que não quer aprender.


“Muda o teu mundo, que eu mudei o meu.”

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