Um grande nada
Pela primeira vez desde que comecei nesta terapia, escrevo sem razão alguma. E é esse tão simples facto (ou ausência dele) que me intriga.
Não estou naqueles momentos de profunda tristeza ou imensa alegria, pois é neles que encontro mais motivos para escrever. Não, não tenho nada de inteligente e/ou pseudo-filosófico a afirmar. Apeteceu-me apenas, no comboio a caminho de casa depois de mais um dia, pegar na caneta e matar saudades desta sensação de desabafo para um papel.
Estupidez ou não, a verdade é esta. Não tenho nada a escrever. Habituei-me ao estado de solteira e aprendi a desfrutar do bom disso. Já não perco tempo em devaneios loucos por ilusões ou por pessoas que me iludem. Sou realista e já percebi como lidar com o que me acontece. Sempre com calma e cabeça fria. Doa o que doer.
E é isto. Afinal acabei por escrever algo, mesmo sem ter motivo para o fazer.
Há coisas fantásticas, não há?
Não estou naqueles momentos de profunda tristeza ou imensa alegria, pois é neles que encontro mais motivos para escrever. Não, não tenho nada de inteligente e/ou pseudo-filosófico a afirmar. Apeteceu-me apenas, no comboio a caminho de casa depois de mais um dia, pegar na caneta e matar saudades desta sensação de desabafo para um papel.
Estupidez ou não, a verdade é esta. Não tenho nada a escrever. Habituei-me ao estado de solteira e aprendi a desfrutar do bom disso. Já não perco tempo em devaneios loucos por ilusões ou por pessoas que me iludem. Sou realista e já percebi como lidar com o que me acontece. Sempre com calma e cabeça fria. Doa o que doer.
E é isto. Afinal acabei por escrever algo, mesmo sem ter motivo para o fazer.
Há coisas fantásticas, não há?
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