Não sabendo, persisto .
Não sei.
Talvez porque persisto numa simplicidade complexa.
Talvez porque não queira meras filosofias que se encontram na internet.
Talvez porque me tente adequar às situações. Às pessoas.
Talvez porque apesar disso me mantenho sempre genuinamente “eu”.
Talvez porque isso faça “comichão”. Ou porque cause sufocos.
Não sei.
Sou sincera, não faço a mínima ideia.
O “nunca mais” mata por dentro. O “para sempre” alimenta-nos de uma forma incomparável. Mas pior que um “não” é um “talvez quase”. O agridoce. Aquilo que poderia ter sido um muito que se vive “para sempre” mas ao invés de se tornar um “nunca mais” (que nos mataria por dentro mas nos deixaria seguir, seguros que era algo definitivamente acabado), traduz-se num “talvez quase” que jamais se concretizou ou concretiza. É abstracto. Nunca sabemos onde começa e onde acaba.
Num “para sempre” temos noção de quando começa e sabemos (teoricamente) que não acaba (normalmente terminando num “nunca mais”).
Um “nunca mais” mostra-nos uma definitividade tal, que sabemos exactamente quando começou e quando se tornou algo que não será mais "para sempre".
Mas então e “quase”? Ou “talvez quase”? Acaba a atormentar-nos todos os dias. Porque a esperança fica. Pois a esperança é óptima, contudo mata aos poucos, ainda que acidentalmente.
Gostaria de colocar aqui dúvidas como sempre faço, aguardando sempre uma resposta ou simplesmente uma pessoa que me varra as questões. Mas hoje não sei.
Bem-aventurados aqueles que sabem que não sabem. Ou que tomam a resolução de se despreocupar com tal coisa.
Felizes aqueles que vivem sem achar ter dúvidas. Ou que têm alguém que lhes dá daquelas certezas que apagam receios, questões, hesitações e medos.
Porém, hoje não sei. Pois desta vez, não detenho nenhuma dúvida perene ou uma questão a piscar.
Tenho sim uma certeza.
Apesar de tudo o que passes que te faça menos bem… vive, aproveita, saboreia. A vida só pede para ser vivida uma vez.
E se tiveres de cair, que seja aos pés de alguém que faça por merecer.
E se tiveres de te levantar, que seja para aprender.
Talvez porque persisto numa simplicidade complexa.
Talvez porque não queira meras filosofias que se encontram na internet.
Talvez porque me tente adequar às situações. Às pessoas.
Talvez porque apesar disso me mantenho sempre genuinamente “eu”.
Talvez porque isso faça “comichão”. Ou porque cause sufocos.
Não sei.
Sou sincera, não faço a mínima ideia.
O “nunca mais” mata por dentro. O “para sempre” alimenta-nos de uma forma incomparável. Mas pior que um “não” é um “talvez quase”. O agridoce. Aquilo que poderia ter sido um muito que se vive “para sempre” mas ao invés de se tornar um “nunca mais” (que nos mataria por dentro mas nos deixaria seguir, seguros que era algo definitivamente acabado), traduz-se num “talvez quase” que jamais se concretizou ou concretiza. É abstracto. Nunca sabemos onde começa e onde acaba.
Num “para sempre” temos noção de quando começa e sabemos (teoricamente) que não acaba (normalmente terminando num “nunca mais”).
Um “nunca mais” mostra-nos uma definitividade tal, que sabemos exactamente quando começou e quando se tornou algo que não será mais "para sempre".
Mas então e “quase”? Ou “talvez quase”? Acaba a atormentar-nos todos os dias. Porque a esperança fica. Pois a esperança é óptima, contudo mata aos poucos, ainda que acidentalmente.
Gostaria de colocar aqui dúvidas como sempre faço, aguardando sempre uma resposta ou simplesmente uma pessoa que me varra as questões. Mas hoje não sei.
Bem-aventurados aqueles que sabem que não sabem. Ou que tomam a resolução de se despreocupar com tal coisa.
Felizes aqueles que vivem sem achar ter dúvidas. Ou que têm alguém que lhes dá daquelas certezas que apagam receios, questões, hesitações e medos.
Porém, hoje não sei. Pois desta vez, não detenho nenhuma dúvida perene ou uma questão a piscar.
Tenho sim uma certeza.
Apesar de tudo o que passes que te faça menos bem… vive, aproveita, saboreia. A vida só pede para ser vivida uma vez.
E se tiveres de cair, que seja aos pés de alguém que faça por merecer.
E se tiveres de te levantar, que seja para aprender.
Comentários
Tudo bem? Estive um pouco a ler os teus textos e acho que são (à brasileira) uma delícia! Gosto da maneira como estruturas a tua ideia, a tua história, gosto das expressões que estão entre aspas. E o teu vocabulário, vê-se que lês bué ao contrário de mim.. LOL.. Bem eu também tenho um blog e se quiseres podes dar lá uma olhada se quiseres. E não estou a escrever aqui para de alguma forma "obrigar-te" a ver o meu blog duma forma a angariar fãs.. Não quero e nem preciso disso.. Escrevo aqui para demonstrar a minha admiração pela tua obra e para te dizer também que vou subscrever o teu blog, se me deres permissão, porque tenho algo a aprender contigo, porque posso aprender com o teu estilo de escrita.
Muito Obrigado!
Mas agradeço do fundo do coração o teu comentário. Podes seguir o meu blog se o achares digno de tal.
Apenas escrevo o que a minha alma dita. :)