Enough is enough (28.07.2009)
Sempre ele. Sempre ela. Sempre todos. Nunca eu.
Calo-me. Anulo-me. Por ele, por ela, por todos.
Desabafo comigo por meio de textos. Com os outros não, apenas ouço, falo, aconselho.
Farta do que tenho sido. De me colocar de parte e nunca me sentir totalmente bem.
Perco para os outros, para as outras. Para todos.
( … Onde estou? ... )
Estou bem, sou forte. Sou a Joana que ouve, que aqui está sempre… sempre bem. Sempre com a máscara. Sempre pronta.
Pronta a pôr de lado os meus desabafos, os meus problemas, as minhas questões. Pelos desabafos, questões, preocupações desses outros.
As minhas “coisas” não importam. Eu ultrapasso-as sozinha, tem de ser. Então para quê falar?
Basta um momento a sós comigo, ou vários. Um texto, ou muitos. Falar é tão vazio de sucesso. Tão cheio de sentido algum. E então para quê?
Porque me pedem para falar? Para desabafar? Tenho vivido. Tenho sobrevivido. A vida é assim.
Não consigo. Hoje não consigo escrever algo com sentido. As palavras saem como uma torrente, algo que não controlo nem à qual consigo colocar ordem…
Basta.
Para mim chega.
… Time for some changes.
Calo-me. Anulo-me. Por ele, por ela, por todos.
Desabafo comigo por meio de textos. Com os outros não, apenas ouço, falo, aconselho.
Farta do que tenho sido. De me colocar de parte e nunca me sentir totalmente bem.
Perco para os outros, para as outras. Para todos.
( … Onde estou? ... )
Estou bem, sou forte. Sou a Joana que ouve, que aqui está sempre… sempre bem. Sempre com a máscara. Sempre pronta.
Pronta a pôr de lado os meus desabafos, os meus problemas, as minhas questões. Pelos desabafos, questões, preocupações desses outros.
As minhas “coisas” não importam. Eu ultrapasso-as sozinha, tem de ser. Então para quê falar?
Basta um momento a sós comigo, ou vários. Um texto, ou muitos. Falar é tão vazio de sucesso. Tão cheio de sentido algum. E então para quê?
Porque me pedem para falar? Para desabafar? Tenho vivido. Tenho sobrevivido. A vida é assim.
Não consigo. Hoje não consigo escrever algo com sentido. As palavras saem como uma torrente, algo que não controlo nem à qual consigo colocar ordem…
Basta.
Para mim chega.
… Time for some changes.
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