Again
Talvez o meu destino seja falhar. Consecutivamente. Saborear, não o sucesso, mas as quedas.
Talvez seja tornar-me em pedra. Amolecer por acaso, mas por fatalidade do destino, voltar ao antes.
Talvez seja estar sozinha.
Talvez… talvez… talvez…
“Get over it”, diz a minha consciência.
“Try again”, diz o meu coração.
E como é que aquele músculo, tão pequenino, consegue mandar tanto mais que tudo o resto? Porque caímos a segunda vez, se na primeira já custou tanto? Porque caímos a terceira? E as outras todas?
Somos seres geniais.. mas tão burros. Tão simplesmente masoquistas. Adoramos passar pelo erro. Pelas lágrimas. Pelo que dói.
E só pelo sentir daquele pouco que é óptimo.
Tão geniais.
Tão burros.
Tão facilmente iludidos por um acenar de algo que achamos que promete muito. E depois é nada.
Tanto que é nada. E o tanto que demos. E o vazio que recebemos.
(Que mal fiz eu?)
Talvez seja tornar-me em pedra. Amolecer por acaso, mas por fatalidade do destino, voltar ao antes.
Talvez seja estar sozinha.
Talvez… talvez… talvez…
“Get over it”, diz a minha consciência.
“Try again”, diz o meu coração.
E como é que aquele músculo, tão pequenino, consegue mandar tanto mais que tudo o resto? Porque caímos a segunda vez, se na primeira já custou tanto? Porque caímos a terceira? E as outras todas?
Somos seres geniais.. mas tão burros. Tão simplesmente masoquistas. Adoramos passar pelo erro. Pelas lágrimas. Pelo que dói.
E só pelo sentir daquele pouco que é óptimo.
Tão geniais.
Tão burros.
Tão facilmente iludidos por um acenar de algo que achamos que promete muito. E depois é nada.
Tanto que é nada. E o tanto que demos. E o vazio que recebemos.
(Que mal fiz eu?)
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