Cacos
Algo que ficou para trás. A ingenuidade do ser. O querer dar. O ter com sentir. Mais uma vez o digo, não sei… e dói. Mesmo achando que passou, que já está quase a passar, deixou a marca.
Continua tudo lá. Quando tentamos seguir, torna-se claro… estamos presos ainda. Por muito felizes e desprendidos que possamos querer parecer. Magoa, apesar do sorriso, do querer e parecer bem.
Sem nos darmos conta. Todos os dias vem aquela saudade… quando nos sentimos incapazes do sentir como antes, porque foi tudo abruptamente acabado. Porque não um pré-aviso de queda? Não faz com que doa menos, mas ajuda a prepararmo-nos. E era se calhar tão mais fácil.
E é nestes dias que compreendo. Não estou mais forte, estou apenas iludida. Com o quê, não saberia dizer, mas estou. Somos seres estranhos… preferimos criar ilusões a enfrentar realidades. A achar tudo já tão facilmente distante. Porém as memórias ficam. Do que sentimos, do que ouvimos, do que dissemos… dos momentos e de tudo por que passámos.
E mesmo que, no final de uns quantos dias, tudo nos pareça simplesmente evaporado no ar, não está. E é nestes dias que entendo. O vazio que impera dói demais. A perda, o desprezo, a indiferença. Quando antes tudo era carinho, atenção e preocupação. E muda-nos tanto.
Tudo é falta de algo. Tudo é falta de tudo. Do tudo do antes e do nada do agora. O silêncio.
E as lágrimas correm… e o nada não muda por nada deste mundo. Todos os sorrisos que damos, os momentos alegres que temos, não fazem desvanecer aquele tudo do antes que é um nada agora. Naquele antes em que éramos capazes de tudo e neste agora em que tentamos e o algo é sempre nada.
E continua a magoar. O hábito vai-se instalando, mas a recordação fica. A nostalgia vem, e as lágrimas aparecem…incessantes. E o vazio que pensávamos ter esmorecido, reaparece para nos fazer perceber que não somos de ferro e não temos botões de Off.
Os pensamentos, as recordações do que foi e já não é, toda a experiência. Naquele antes.
O vazio, o silêncio, a mágoa… a máscara do “estar bem aparente”. Agora.
E é nestes dias que entendo. Como a alma magoada é tão semelhante a um vaso que se deixa cair ao chão.
… Estou a precisar de uma “cola” bem forte.
Continua tudo lá. Quando tentamos seguir, torna-se claro… estamos presos ainda. Por muito felizes e desprendidos que possamos querer parecer. Magoa, apesar do sorriso, do querer e parecer bem.
Sem nos darmos conta. Todos os dias vem aquela saudade… quando nos sentimos incapazes do sentir como antes, porque foi tudo abruptamente acabado. Porque não um pré-aviso de queda? Não faz com que doa menos, mas ajuda a prepararmo-nos. E era se calhar tão mais fácil.
E é nestes dias que compreendo. Não estou mais forte, estou apenas iludida. Com o quê, não saberia dizer, mas estou. Somos seres estranhos… preferimos criar ilusões a enfrentar realidades. A achar tudo já tão facilmente distante. Porém as memórias ficam. Do que sentimos, do que ouvimos, do que dissemos… dos momentos e de tudo por que passámos.
E mesmo que, no final de uns quantos dias, tudo nos pareça simplesmente evaporado no ar, não está. E é nestes dias que entendo. O vazio que impera dói demais. A perda, o desprezo, a indiferença. Quando antes tudo era carinho, atenção e preocupação. E muda-nos tanto.
Tudo é falta de algo. Tudo é falta de tudo. Do tudo do antes e do nada do agora. O silêncio.
E as lágrimas correm… e o nada não muda por nada deste mundo. Todos os sorrisos que damos, os momentos alegres que temos, não fazem desvanecer aquele tudo do antes que é um nada agora. Naquele antes em que éramos capazes de tudo e neste agora em que tentamos e o algo é sempre nada.
E continua a magoar. O hábito vai-se instalando, mas a recordação fica. A nostalgia vem, e as lágrimas aparecem…incessantes. E o vazio que pensávamos ter esmorecido, reaparece para nos fazer perceber que não somos de ferro e não temos botões de Off.
Os pensamentos, as recordações do que foi e já não é, toda a experiência. Naquele antes.
O vazio, o silêncio, a mágoa… a máscara do “estar bem aparente”. Agora.
E é nestes dias que entendo. Como a alma magoada é tão semelhante a um vaso que se deixa cair ao chão.
… Estou a precisar de uma “cola” bem forte.
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