Se calhar sou louca.
Ando completamente saturada deste mundo medíocre, oco, sem qualquer fibra moral e conteúdo, que nos estandardiza a um nada que me sufoca. Que me dá agonias e dores de cabeça. Porque temos todos de ser a fotocópia da estrela de Hollywood que é apenas uma cara bonita? Porque temos que exageradamente ser ocos? Vestir igual e ser iguais? Pensar da mesma forma e seguir os mesmos caminhos sem questionar?
Porque é que as diferenças fazem tanta mossa na sociedade? Se somos tão avançados em tanta coisa, porque temos ainda a mentalidade pouco mais evoluída que o homem das cavernas?
É frustrante… aliás, revoltante. Como, olhando à nossa volta podemos ver (nesta nossa sociedade de “querer parecer”), que apenas as caras bonitas vingam. Que apenas o que é “normal” (dentro dos parâmetros de uma sociedade “estropiada” pelas aparências) consegue sair à rua dentro da normalidade, sem problemas com gorduras aqui, bulimias ali, dietas loucas da pastilha acolá.
Custa viver neste “freak show”. Magoa ser diferente porque somos aberrações. Quando o normal é que é anormal. E poucos têm noção disso… é triste.
Custa que seja revoltante viver neste mundo de loucos em que todos seguem um ídolo que não entendo e que os torna escravos. Escravos de uma imagem que os torna iguais. Que os faz pensar da mesma forma… que, no fundo, lhes retira identidade. E a personalidade é o que temos de mais valioso. Digam o que disserem, esta é a verdade. Se perdemos o que somos, o que nos sobra?
A embalagem é semelhante, o carácter é que nos distingue.
Digam o que quiserem, interpretem-me segundo as mentes mais redutoras e mesquinhas. Mas eu não tenho problema em ser firme no que sou. Em manter-me fiel aos meus valores e princípios. Ao que detenho de mais sacro: eu própria.
Adoro-me. Tenho momentos bons e maus. Qualidades e defeitos. Dias em que é melhor que não me digam nada, em que todo o mundo me cai em cima e não sei para onde me virar, mas também tenho dias em que tudo o que tenho de bom (mesmo que não em muita quantidade) tento deixar aos outros. Seja num gesto, num abraço ou numa palavra tão simples como “obrigado”. E acima de tudo, sou eu mesma. Em todos os momentos, e em todas as pessoas, faço por deixar um pouco de mim.
Porque se vivemos todos a mesma vida oca, o que fica de memorável? Fortunas? Imagens? ... E os gestos? As ideias? As obras?
Não me deixo abater por isto. Cansa lutar contra a torrente mas não desisto. Sou diferente dos demais e tenho orgulho nisso. Sou o eu que me chega.
E tu chegas para ti próprio? Não sejas do mundo em que vivemos, faz o teu.
Porque é que as diferenças fazem tanta mossa na sociedade? Se somos tão avançados em tanta coisa, porque temos ainda a mentalidade pouco mais evoluída que o homem das cavernas?
É frustrante… aliás, revoltante. Como, olhando à nossa volta podemos ver (nesta nossa sociedade de “querer parecer”), que apenas as caras bonitas vingam. Que apenas o que é “normal” (dentro dos parâmetros de uma sociedade “estropiada” pelas aparências) consegue sair à rua dentro da normalidade, sem problemas com gorduras aqui, bulimias ali, dietas loucas da pastilha acolá.
Custa viver neste “freak show”. Magoa ser diferente porque somos aberrações. Quando o normal é que é anormal. E poucos têm noção disso… é triste.
Custa que seja revoltante viver neste mundo de loucos em que todos seguem um ídolo que não entendo e que os torna escravos. Escravos de uma imagem que os torna iguais. Que os faz pensar da mesma forma… que, no fundo, lhes retira identidade. E a personalidade é o que temos de mais valioso. Digam o que disserem, esta é a verdade. Se perdemos o que somos, o que nos sobra?
A embalagem é semelhante, o carácter é que nos distingue.
Digam o que quiserem, interpretem-me segundo as mentes mais redutoras e mesquinhas. Mas eu não tenho problema em ser firme no que sou. Em manter-me fiel aos meus valores e princípios. Ao que detenho de mais sacro: eu própria.
Adoro-me. Tenho momentos bons e maus. Qualidades e defeitos. Dias em que é melhor que não me digam nada, em que todo o mundo me cai em cima e não sei para onde me virar, mas também tenho dias em que tudo o que tenho de bom (mesmo que não em muita quantidade) tento deixar aos outros. Seja num gesto, num abraço ou numa palavra tão simples como “obrigado”. E acima de tudo, sou eu mesma. Em todos os momentos, e em todas as pessoas, faço por deixar um pouco de mim.
Porque se vivemos todos a mesma vida oca, o que fica de memorável? Fortunas? Imagens? ... E os gestos? As ideias? As obras?
Não me deixo abater por isto. Cansa lutar contra a torrente mas não desisto. Sou diferente dos demais e tenho orgulho nisso. Sou o eu que me chega.
E tu chegas para ti próprio? Não sejas do mundo em que vivemos, faz o teu.
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