Era uma vez...
Conheceram-se por acaso, num acaso que poderia mudar-lhes a vida. Não saberia ela dizer o porquê de tão pouco tempo ter mudado drásticamente a sua vida, mas era a verdade. Tinha mesmo mudado.
Talvez fosse o tudo que ela queria. Talvez fosse o tudo que ele procurava.
Um acaso. E tudo se transforma. Conheceram-se num dia completamente aleatório, numa conversa cheia de piadas, sorrisos e timidez que se tornou em carinho. Uma trivial troca de palavras... e tanto que queriam realmente dizer ao fim de apenas uma conversa.
A primeira vez que trocaram palavras passou num instante, as horas pareceram segundos. Uma vida percorrida a mil, e o coração a bater desenfreadamente. E o amanhã nunca mais chega.
… Quero estar contigo, parece que te conheço à anos. Mas só começámos a falar à dois dias. Sim, eu sei, mas não aguento, algo se passa comigo e preciso de estar contigo para me entender. Eu também quero estar contigo, mas tenho medo que tudo se perca, toda a magia que temos vivido, nestes dois dias que parecem duas eternidades. Não achei que pensasses assim, mas ainda bem que estava enganada porque quero que a magia cresça e sei lá, não quero que páre. Já somos dois, não entendo o que se passa comigo também, não costumo ser assim. Ainda bem, queres estar comigo amanhã? Acho que já é o momento, tenho medo de que possa tudo correr mal mas é o que quero. Sim quero, é tudo em que penso agora. Então está combinado, lá estarei à tua espera, até amanhã, beijos. Beijos e dorme bem.
Ansiosos, receosos. Com medo que tudo não fosse um sonho e que estar perto fosse terminar com o encanto. Sem poder imaginar o quão enganados estavam.
E o amanhã chegou. O coração a bater como louco e uma vida cheia de mágoas esquecidas naquele dia perfeito. Um olá que não existiu senão num beijo que durou uma eternidade traduzida numa viagem ao infinito, em segundos. Que os fez entender que a magia estava lá. E não iria a lado nenhum.
O dia perfeito. O nervosismo que passou. O carinho que esteve presente. E horas que mais uma vez passaram em segundos. Traduzidas em momentos surreais, qual filme em “slow motion”.
… Queres mesmo que isto aconteça? Sim, não tenho dúvidas. Beija-me então, porque neste momento és o meu vício.
E ao alcance deles, a perfeição que dois seres imperfeitos podem alcançar. O mundo era o mundo. Nada importou porque eles criaram o seu. Onde as horas eram segundos, a perfeição era fácil de atingir, e só existiam ele e ela. A utopia nas suas mãos, nas suas palavras, gestos, carinhos. Nada arruinou o momento (pois era um momento o que parecia, e não um dia inteiro).
(E agora, ao relembrar tudo, ela chora. Chora porque aquele tudo que parecia o mundo e o sonho que sempre teve, já não estão lá. Fugiram-lhe entre os dedos, por algo que nem ela consegue explicar. Bastou pestanejar e já nada lá continuava.)
E o fim do momento que chega. Porque tem de ser sempre assim? O quê? O tempo, o tempo que não pára, que não tem consideração por nós, porquê? Eu entendo o que dizes,o dia passou a correr e só queria que não terminasse, meu anjo. Obrigada por teres vindo, por-me teres mostrado que a magia existe e que o meu problema é estar viciada em ti, nesta magia que nos envolve e da qual não quero fugir, apesar de normalmente ter medo de me dar tanto. Não tens de me agradecer, “acorrentámo-nos” aos dois.
E lá foi ele, com o coração agora apaziguado e o telemóvel na mão.
A magia não parava e mantinha-os juntos, mesmo ainda que longe.
E lá foi ela, acreditando que afinal os desejos se realizam e a vida também pode parecer-se com um sonho.
… Gostaste de estar comigo? Se gostei, amei e tu? Foi a melhor coisa que me aconteceu desde à muito tempo, não imaginas como me sinto bem. Ainda bem, quero repetir muitas mais vezes, amanhã? Sem dúvida, amanhã, depois e depois. Não quero abdicar de momento algum contigo. Estamos de acordo nisso então,... adoro-te. E eu a ti, pode ser pouco tempo, mas já estás aqui dentro e daqui não sais.
(Custa pensar que tanto prometeu aquele momentos e todos os outros. Um tanto que é nada e que ainda hoje a faz sonhar. A ele talvez também, mas ela não está segura que assim seja. Calou o tudo que sentiu e sente porque é assim que é melhor.)
As mensagens trocadas até chegarem a casa, e o não querer largar tudo aquilo, com medo que tivesse sido um sonho. Não tinha sido, aliás até bem real porque se repetiu.
Um real sonho que os fez voar e não querer acordar. Onde o mundo era deles. Um mundo em que eram só os dois, onde a perfeição estava ao alcance de um carinho e as horas eram segundos.
( Não sei o porquê. Quis demais talvez. Desejei um tanto que não era concretizável ou então que não era possível por falta de reais vontades. Mas vivi-o, senti-o e não quero perder isso. Nem que seja com uma memória repleta de sentir, de lágrimas e de uma nostalgia que me faz parecer tudo aqui ao meu lado. O momento em que senti a perfeição.)
E hoje ela não sabe o porquê. Tudo por um acaso que lhe mudou a vida. E que ela espera que, de certa forma, tenha mudado a dele também.
Ele. Ela. Um acaso... E o céu ali mesmo ao lado.
Talvez fosse o tudo que ela queria. Talvez fosse o tudo que ele procurava.
Um acaso. E tudo se transforma. Conheceram-se num dia completamente aleatório, numa conversa cheia de piadas, sorrisos e timidez que se tornou em carinho. Uma trivial troca de palavras... e tanto que queriam realmente dizer ao fim de apenas uma conversa.
A primeira vez que trocaram palavras passou num instante, as horas pareceram segundos. Uma vida percorrida a mil, e o coração a bater desenfreadamente. E o amanhã nunca mais chega.
… Quero estar contigo, parece que te conheço à anos. Mas só começámos a falar à dois dias. Sim, eu sei, mas não aguento, algo se passa comigo e preciso de estar contigo para me entender. Eu também quero estar contigo, mas tenho medo que tudo se perca, toda a magia que temos vivido, nestes dois dias que parecem duas eternidades. Não achei que pensasses assim, mas ainda bem que estava enganada porque quero que a magia cresça e sei lá, não quero que páre. Já somos dois, não entendo o que se passa comigo também, não costumo ser assim. Ainda bem, queres estar comigo amanhã? Acho que já é o momento, tenho medo de que possa tudo correr mal mas é o que quero. Sim quero, é tudo em que penso agora. Então está combinado, lá estarei à tua espera, até amanhã, beijos. Beijos e dorme bem.
Ansiosos, receosos. Com medo que tudo não fosse um sonho e que estar perto fosse terminar com o encanto. Sem poder imaginar o quão enganados estavam.
E o amanhã chegou. O coração a bater como louco e uma vida cheia de mágoas esquecidas naquele dia perfeito. Um olá que não existiu senão num beijo que durou uma eternidade traduzida numa viagem ao infinito, em segundos. Que os fez entender que a magia estava lá. E não iria a lado nenhum.
O dia perfeito. O nervosismo que passou. O carinho que esteve presente. E horas que mais uma vez passaram em segundos. Traduzidas em momentos surreais, qual filme em “slow motion”.
… Queres mesmo que isto aconteça? Sim, não tenho dúvidas. Beija-me então, porque neste momento és o meu vício.
E ao alcance deles, a perfeição que dois seres imperfeitos podem alcançar. O mundo era o mundo. Nada importou porque eles criaram o seu. Onde as horas eram segundos, a perfeição era fácil de atingir, e só existiam ele e ela. A utopia nas suas mãos, nas suas palavras, gestos, carinhos. Nada arruinou o momento (pois era um momento o que parecia, e não um dia inteiro).
(E agora, ao relembrar tudo, ela chora. Chora porque aquele tudo que parecia o mundo e o sonho que sempre teve, já não estão lá. Fugiram-lhe entre os dedos, por algo que nem ela consegue explicar. Bastou pestanejar e já nada lá continuava.)
E o fim do momento que chega. Porque tem de ser sempre assim? O quê? O tempo, o tempo que não pára, que não tem consideração por nós, porquê? Eu entendo o que dizes,o dia passou a correr e só queria que não terminasse, meu anjo. Obrigada por teres vindo, por-me teres mostrado que a magia existe e que o meu problema é estar viciada em ti, nesta magia que nos envolve e da qual não quero fugir, apesar de normalmente ter medo de me dar tanto. Não tens de me agradecer, “acorrentámo-nos” aos dois.
E lá foi ele, com o coração agora apaziguado e o telemóvel na mão.
A magia não parava e mantinha-os juntos, mesmo ainda que longe.
E lá foi ela, acreditando que afinal os desejos se realizam e a vida também pode parecer-se com um sonho.
… Gostaste de estar comigo? Se gostei, amei e tu? Foi a melhor coisa que me aconteceu desde à muito tempo, não imaginas como me sinto bem. Ainda bem, quero repetir muitas mais vezes, amanhã? Sem dúvida, amanhã, depois e depois. Não quero abdicar de momento algum contigo. Estamos de acordo nisso então,... adoro-te. E eu a ti, pode ser pouco tempo, mas já estás aqui dentro e daqui não sais.
(Custa pensar que tanto prometeu aquele momentos e todos os outros. Um tanto que é nada e que ainda hoje a faz sonhar. A ele talvez também, mas ela não está segura que assim seja. Calou o tudo que sentiu e sente porque é assim que é melhor.)
As mensagens trocadas até chegarem a casa, e o não querer largar tudo aquilo, com medo que tivesse sido um sonho. Não tinha sido, aliás até bem real porque se repetiu.
Um real sonho que os fez voar e não querer acordar. Onde o mundo era deles. Um mundo em que eram só os dois, onde a perfeição estava ao alcance de um carinho e as horas eram segundos.
( Não sei o porquê. Quis demais talvez. Desejei um tanto que não era concretizável ou então que não era possível por falta de reais vontades. Mas vivi-o, senti-o e não quero perder isso. Nem que seja com uma memória repleta de sentir, de lágrimas e de uma nostalgia que me faz parecer tudo aqui ao meu lado. O momento em que senti a perfeição.)
E hoje ela não sabe o porquê. Tudo por um acaso que lhe mudou a vida. E que ela espera que, de certa forma, tenha mudado a dele também.
Ele. Ela. Um acaso... E o céu ali mesmo ao lado.
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