Onde andas?
Dizer que me deixei varrer pela loucura do dia a dia, pelo stress e rotina não será talvez de todo impreciso. Venho de à uns tempos para cá alimentando a ideia que a rotina e os afazeres habituais do quotidiano nos afastam da nossa essência. E a minha residirá muito nisto. A escrita. A total desinibição na produção de momentos, reais ou imaginários, e a total liberdade que dela advém.
Sim, a escrita é arte. Porque tudo em si radica do subjectivo, e da inspiração de uns, que cria noutros a necessidade de ser, mesmo que na pele de outrém.
A escrita é abstratamente vida.
Perdi-me por uns tempos na maratona que é o dia a dia, o sprint que é o estudar e tudo mais que a nada interessa à minha essência. (Compreendo agora o vazio que fica quando cometo a loucura de a relegar para segundo plano.)
Se alguém repara neste meu pequeno cantinho, agradeço. Não tenho qualquer pretensão de grandeza ao expressar-me da forma que o faço.
Obrigada (quem quer que sejam).
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