Remédio para este veneno

Diz que há cura…

“A vida não é um mar de rosas”, diz-nos a nossa mãe, pai, avós e afins.
Pois não é. É uma confusão que de rosas, em grande parte, só tem os espinhos! Irra! Ninguém merece.

Há espinhos dos diabos. Agarram-se a nós (os estupores) e depois pra saírem é que “são elas”!
És uma porra de um espinho na minha vida. Uma (mega) pedra no meu sapato que me faz andar coxa. Faltas-me e fartas-me mas não sais de mim. Irra! Chega! Que irritação. Cansas-me a beleza, pouca já de si.

Alguém que me alcance um alicate e um penso rápido, que isto já sangra demais. E tudo o que é em excesso, é chato.
Alguém que tenha uma solução. Que este limbo infernal satura-me todas as fibras do ser. (e são bastantes!)

Alguém que tenha uma maquineta à MIB e venha apagar tudo o que guardo de mais precioso de ti. Ou que me conceda novos tesouros.

PLIM!
… O alicate está a chegar.
… Algo me tirou o espinho…

Agora é tempo de curar a ferida.

Essa ferida que este “não-mar de rosas” que é a vida (talvez também o amor) deixou em mim.

Que venha o "penso rápido".

Comentários

Unknown disse…
Minha poesia não segue regras.
Sai do coração e flui por entre os dedos.
Cada letra, cada sílaba goteja nos papéis.
Transbordo palavras.

Com vida própria, ela não segue uma estética.
Deixa falar o que sente o coração.
Se utiliza de dias que foram finitos.
Tenta exorcizar um tempo que nem recordava mais.

Eleva a alma.
Recria sentimentos e os torna palavras.
Reconstrói o criador e o transforma em mera criatura.
Alquimia de sonhos.
Palavras para relembrar

Mensagens populares deste blogue

On my own

Personal

Isso.