wonderwall

Não me julgo muito, não julgues. Aliás, eu em julgamentos sou um monumental zero, muito à esquerda.

Mas a intuir, a sentir?
Oh se sinto. Parece-me que precisas de quem te mostre como se faz. Como se sente que se é mais do que se julga. Precisas de quem te mostre do quanto que mereces.
Há quem precise de chapadas bem aviadas para perceber umas coisitas. Já tu, "cheira-me" que precisas de um abraço, daqueles bem cheios até à borda do prato. "Cheira-me" que sim. E nestas coisas não falho.

(Rais'partam a miúda que nã sabe estar sossegada no seu canto!)

Só sei do que vejo e sinto. E do ver, mesmo assim ainda desconfio.

Julgo que precisas de um abraço bem aviado.
Anda e serve-te.

E tanto mais que te diria, e não sabendo se por receio de que não entendas a língua em que falo ou que sejas mudo aos meus avanços (ou tentativas, que eu nessas coisas também não sou perita), não sei como.
Sabes, há aqueles que sentimos serem temporários, meras passagens que de antemão sabemos não ir a lado algum. Há-os às paletes por aí.
E há os outros...

Mostrava-te talvez tudo e tanto.
Mas primeiro dava-te um abraço (daqueles bem dados). Depois dizia-te umas quantas palavras que me estão aqui meio presas.

E no fim de tudo isto, fazia-te feliz.

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