Jogar à defesa
Sou uma pessoa que se posiciona naturalmente à defesa. A vida já me provou por várias vezes que dar tudo nem sempre é a melhor opção.
Por esse mesmo motivo, quando surgiste na minha vida, olhei-te com cautela e admirei-te ao longe. Contra tudo o que esperava no entanto, a vontade do mais contigo prevaleceu sobre o medo de me magoar. Se for para doer, então que seja uma dor insuportável por te ter tido. Não quero "morninhos", não sou pessoa disso. Não mais. Ou pelo menos, não contigo.
Entrei com precaução, esquentada de passados ainda um pouco presentes. Aos poucos, esses passados foram passando e assumiste a forma dos meus "agoras". E não acredito em "para sempre", mas gostava que o meu "agora" fosse longo. Mesmo com as tuas defesas a debater com as minhas.
Quero.
Apercebo-me com o passar dos dias, que te tornaste uma parte importante do meu dia-a-dia. Mesmo que ao longe, se estiveres perto, estou bem. E mesmo soando a um cliché intratável, sabe-me bem, saber-te bem. E sabe ainda melhor, saber-te feliz.
Se até à uns tempos as minhas defesas não mo permitiam verbalizar, hoje digo-o com segurança. Foste o melhor "olá" que disse. O melhor sorriso que dou, dou-o contigo. E ainda que as tuas defesas, defeitos ou feitio não te permitam verbalizar, digo-to eu sem esperar retorno:
Gosto de ti. Não como quem gosta para ter e dizer, mas quem gosta com a liberdade de dois que se conjugam em um. Como quem gosta com a leveza dos momentos, das alegrias, com as saudades ou com os sustos. (e que sustos me pregas tu..)
Gosto de ti, muito. Pronto, disse-o.
Corajosos os que se entregam sem barreiras, pois é grande a sua recompensa.
Porque ainda que possas ir, quero que fiques. Ainda que possa doer, quero que não vás. Quero saber-te. Perceber-te. De cor.
Quero mostrar-te que gostar não é sufoco. Que gostar é compromisso de intimidade, respeito e autonomia. É respirar livremente sabendo-te ao lado de alguém que respira e caminha ao teu lado.
Quero que sejas tu comigo. Um mais um.
E quero-te tanto. Tanto e mais a cada dia que passa.
Que me saibas o teu ombro. Onde descansas, desabafas e onde te abrigas do mundo. Onde és feliz e forte. Sim, porque os homens também fraquejam. Porque gosto ainda mais de ti quando te mostras vulnerável. Tu que nunca erras, quando falhas és encantador.
Não sou de amores idealizados. Sou de admirar pessoas comuns com um brilho especial. E quanto brilhas tu..
Quero-te, já to disse. Tanto e muito. Tanto e mais que ontem. E gostava que soubesses que, aqui e agora, sou tua. E amanhã muito provavelmente também serei. Mas o amanhã logo se vê.
Porque o amanhã é incerto e olho-o com aquele olhar que me é natural, o da defesa e das cautelas. Não por não te saber querer com tudo o que sou, mas porque esse mesmo sentimento de urgência que te tenho, só se me sabe o coração traduzir ao agora. Pois é no agora que vivo. E da minha vida, já fazes tu parte essencial.
E gosto-te. Sem qualquer defesa.
(Anda, vem. Encosta-te no meu ombro e sê tanto e tudo comigo.)
Por esse mesmo motivo, quando surgiste na minha vida, olhei-te com cautela e admirei-te ao longe. Contra tudo o que esperava no entanto, a vontade do mais contigo prevaleceu sobre o medo de me magoar. Se for para doer, então que seja uma dor insuportável por te ter tido. Não quero "morninhos", não sou pessoa disso. Não mais. Ou pelo menos, não contigo.
Entrei com precaução, esquentada de passados ainda um pouco presentes. Aos poucos, esses passados foram passando e assumiste a forma dos meus "agoras". E não acredito em "para sempre", mas gostava que o meu "agora" fosse longo. Mesmo com as tuas defesas a debater com as minhas.
Quero.
Apercebo-me com o passar dos dias, que te tornaste uma parte importante do meu dia-a-dia. Mesmo que ao longe, se estiveres perto, estou bem. E mesmo soando a um cliché intratável, sabe-me bem, saber-te bem. E sabe ainda melhor, saber-te feliz.
Se até à uns tempos as minhas defesas não mo permitiam verbalizar, hoje digo-o com segurança. Foste o melhor "olá" que disse. O melhor sorriso que dou, dou-o contigo. E ainda que as tuas defesas, defeitos ou feitio não te permitam verbalizar, digo-to eu sem esperar retorno:
Gosto de ti. Não como quem gosta para ter e dizer, mas quem gosta com a liberdade de dois que se conjugam em um. Como quem gosta com a leveza dos momentos, das alegrias, com as saudades ou com os sustos. (e que sustos me pregas tu..)
Gosto de ti, muito. Pronto, disse-o.
Corajosos os que se entregam sem barreiras, pois é grande a sua recompensa.
Porque ainda que possas ir, quero que fiques. Ainda que possa doer, quero que não vás. Quero saber-te. Perceber-te. De cor.
Quero mostrar-te que gostar não é sufoco. Que gostar é compromisso de intimidade, respeito e autonomia. É respirar livremente sabendo-te ao lado de alguém que respira e caminha ao teu lado.
Quero que sejas tu comigo. Um mais um.
E quero-te tanto. Tanto e mais a cada dia que passa.
Que me saibas o teu ombro. Onde descansas, desabafas e onde te abrigas do mundo. Onde és feliz e forte. Sim, porque os homens também fraquejam. Porque gosto ainda mais de ti quando te mostras vulnerável. Tu que nunca erras, quando falhas és encantador.
Não sou de amores idealizados. Sou de admirar pessoas comuns com um brilho especial. E quanto brilhas tu..
Quero-te, já to disse. Tanto e muito. Tanto e mais que ontem. E gostava que soubesses que, aqui e agora, sou tua. E amanhã muito provavelmente também serei. Mas o amanhã logo se vê.
Porque o amanhã é incerto e olho-o com aquele olhar que me é natural, o da defesa e das cautelas. Não por não te saber querer com tudo o que sou, mas porque esse mesmo sentimento de urgência que te tenho, só se me sabe o coração traduzir ao agora. Pois é no agora que vivo. E da minha vida, já fazes tu parte essencial.
E gosto-te. Sem qualquer defesa.
(Anda, vem. Encosta-te no meu ombro e sê tanto e tudo comigo.)
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